Sugiro que visitem o site do Banco Central do Brasil no endereço : http://www.bcb.gov.br/pre/portalCidadao/index.asp .
"A curiosidade é mais importante que o conhecimento."(Albert Einstein)
Assuntos relacionados às diversas áreas da contabilidade e da economia.

Inflação recua na maioria das capitais pesquisadas, mostra FGV
Maior recuo foi verificado em Belo Horizonte.Recife mantém taxa mais alta entre as capitais, de 1,10%.
A taxa de inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) recuou em quatro das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na passagem da primeira para a segunda semanas de maio। .
INFLAÇÃO é o aumento contínuo, persistente e generalizado dos preços. A inflação chegando em zero é quando há estabilidade nos preços.
Inflação da Demanda: é quando há excesso de demanda agregada em relação à produção disponíवेळ.
Inflação de Custos: é associada à inflação de oferta. Ocorre quando o nível de demanda permanece e os custos aumentam. Aumentando o custo, ocorre a retração da produção aumentando os preços de mercado.
Índices de Inflação: possui vários índices entre eles o IGP (Índice Geral de Preços), IPA (Índice de Preços no Atacado), INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), INCC (Índice Nacional do Custo da Construção), CUB (Custo Unitário Básico).
Qui, 09/04/09 por Miriam Leitão
Todo mundo quer baixar os juros. Isso é importante. A economia precisa disso, mas não é simples.
O spread, ou seja, a parte dos juros que fica com os bancos, é alto demais no Brasil. Isso salta aos olhos. Mas reduzir essa taxa não é simples como parece. Imagine que, a partir de hoje, o Banco do Brasil derrube os juros fortemente. Ele vai atrair exatamente as empresas sólidas e as pessoas com bom histórico. Ele vai aumentar a competição exatamente no segmento competitivo.
Então, mesmo que isso resulte em um bom número, o banco estará oferecendo dinheiro para quem já tem crédito. Imagine que então o banco escolha emprestar para empresas e pessoas que representam mais riscos. Aí, vai estar expondo o banco a prejuízos e calotes.
O governo perdeu o melhor momento. Ele poderia ter usado os bancos públicos para derrubar o spread, mas no período de aumento da oferta do crédito no Brasil, quando a economia não estava em crise.
Agora, na melhor das hipóteses, pode derrubar a rentabilidade do Banco do Brasil, o que vai reduzir a arrecadação do próprio governo e dos acionistas privados. Esse é um problema, o Banco do Brasil é uma empresa de economia mista, uma empresa com capital aberto. Então, a decisão do controlador reduz o ganho do pequeno acionista. O spread alto trava a economia brasileira e é um problema mesmo, mas reduzi-lo é tecnicamente mais complexo do que parece.
Pressione que o preço cai
No geral, a inflação está em queda. O IPCA de março foi 0,20%. No acumulado de 12 meses, caiu para 5,6%, e vai cair mais. Até junho, o índice oficial deve estar em torno do centro da meta, em 4,5%.
Os índices que têm preços de atacado na conta, como os IGP-DI da Fundação Getúlio Vargas, estão despencando. Esta semana, o IGP-DI registrou uma deflação, uma queda de preços, de 0,84%. Até o meio do ano, deve estar em 3%, podendo terminar o ano em 2%. Não resolve tudo e não acaba com a crise, mas compare: na Rússia, a economia está em recessão, e a inflação está em 14% em 12 meses e subindo.
A atitude do consumidor é certa. O preço subiu, é melhor não comprar. Ou ele tenta comprar menos, porque isso pressiona o supermercado que pressiona o fornecedor. Porque material de limpeza tem, por exemplo, petróleo na sua composição. E o petróleo caiu de preço. Então, a pressão do consumidor é fundamental nesse momento. Os preços estão caindo, todo mundo quer vender: então, pressione que o preço cai.