quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Internacional — China e Estados Unidos lideram crescimento de 31% em 2009


Investimentos em fazendas eólicas em países como o Brasil tem um custo bem menos tanto financeiro como ambiental.

Em Minas Gerais, desde julho de 1994, opera a Usina Eólio - Elétrica Experimental de Morro do Camelinho, no município de Gouveia, Serra do Espinhaço (Norte de Minas).


Confiram a matéria feita do Greenpeace:



O Conselho Global de Energia Eólica (Global Wind Energy Council) divulgou hoje os números do avanço de projetos de energia eólica no mundo em 2009. A capacidade instalada cresceu 31% em 2009, passando de 120, 8 GW para 157,9 GW (ou 157.900 MW). Estes números têm superado as projeções mais otimistas do Greenpeace e surpreendido inclusive até mesmo a indústria eólica.


O crescimento representa cerca de três usinas de Itaipu e aconteceu em grande parte na China, que acrescentou 13 GW e dobrou sua capacidade instalada pelo terceiro ano seguido. Os Estados Unidos vieram com a segunda maior contribuição, de 9,9 GW, e seguem como o país com maior capacidade de energia eólica no mundo, com 35 GW. A Europa instalou 10,5 GW no ano passado, liderados por Espanha (2,5 GW) e Alemanha (1,9 GW).
"A continuidade do rápido crescimento da energia eólica, apesar da crise financeira e da recessão econômica é uma prova da capacidade de atratividade desta tecnologia limpa, confiável e rápida de instalar. A energia eólica se tornou a fonte que mais cresce em cada vez mais países do mundo", disse Steve Sawyer, Secretário Geral do GWEC. "Apesar da falta de consenso nas negociações de Copenhague, a energia eólica continuou a crescer graças a políticas energéticas nacionais em seus principais mercados", disse ele.


O mercado global de turbinas eólicas movimento cerca de 63 bilhões de dólares em 2009, empregando cerca de meio milhão de pessoas ao redor do mundo, de acordo com a GWEC. Os 157,9 GW de capacidade instalada economizam cerca de 204 milhões de toneladas equivalentes de carbono por ano. Estes números não deixam dúvidas de que a energia eólica é a escolha certa tanto para a economia, quanto para o clima.


O Brasil, que havia fechado 2008 com 400 MW instalados, agora conta com 660 MW de capacidade instalada. A conclusão das usinas contratadas pelo Proinfa (Programa Nacional de Incentivo às Fontes Alternativas) e o impulso dado pelo primeiro leilão de energia eólica, realizado em dezembro de 2009, devem elevar este número a 3 mil MW em 2012.
“O Brasil tem todas as condições de aproveitar seu gigantesco potencial eólico e posicionar-se entre os países de maiores gerações no mundo. Para tanto, o Greenpeace vem trabalhando no fortalecimento das políticas energéticas para novas fontes renováveis no país e pede a realização de leilões anuais de 1000 MW para a fonte eólica.” declarou Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Energias Renováveis do Greenpeace Brasil.



Dicas para aumentar a produtividade e ganhar tempo

Agora, mais do que nunca, o mercado exige que seus colaboradores trabalhem com inteligência e com agilidade. Vejam algumas dicas que podem ser úteis.

1. Organização: o primeiro passo para conseguir essa meta é se organizar.
Separe um dia ou mais para examinar o seu computador ou notebook, organize suas pastas e seus arquivos por temas, por datas ou como achar mais fácil para encontrá-las. Limpe e exclua o que não for necessário. Livre-se de qualquer programa que você não precisa mais.
Isso vai melhorar o desempenho de seu computador e facilitará a procura do que precisa.


2. Identifique e elimine as distrações: algumas pessoas têm facilidade de trabalhar com barulho, pessoas conversando ao redor, rádios e telefones tocando. Para aquelas que perdem a concentração facilmente, procure um lugar com sossego necessário para executar suas tarefas, leve o seu notebook e tente usar fones que reduzem ruídos externos ou trabalhe em casa, se for possível.


3. Descanse bastante: Mens sana in corpore sano, quem não conhece esse provérbio? Então, se cuide! Exaustão não combina com trabalho eficiente. Durma bem todas as noites, faça pausas durante o dia, alongue-se e caminhe pelo menos de alguns minutos durante o trabalho. Isso o despertará.


4. Priorize e delegue: enumere suas tarefas diariamente, priorize o que for mais importante e aquelas que requerem mais esforço. Tente seguir esse cronograma, assim evitará desperdiço de tempo e de energia. Verifique se alguma das tarefas poderá ser feita por outra pessoa com mais tempo ou mais qualificada. Saber delegar faz parte do processo para se obter eficiência.


Sônia S. Godoy

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Introdução à Contabilidade Ambiental


Em nome do progresso, as organizações não se preocupavam com a escassez dos insumos e com as alterações climáticas provocadas pela produção desenfreada, tampouco com o equilíbrio do ecossistema e muitas usaram de forma insustentável os recursos da natureza.

Com a globalização da economia e conscientização da sociedade, marcada em 1972, através da Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente Humano, promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), em Estocolmo, veio a necessidade de conciliar a produção com preservação do planeta, com o intuito de reduzir a emissão de gases que produzem o efeito estufa e também economizar água, utilizar a reciclagem, a gestão correta de resíduos, o controle do desmatamento e revitalização das áreas afetadas, trazendo assim melhor qualidade de vida.

Para atingir esse objetivo, deve-se implantar um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) capaz de colocar em prática uma política ambiental elaborada pela empresa, fixar metas e um plano de atuação conciliado ao meio ambiente, seguindo a legislação ambiental e contábil.

Há uma grande cobrança por parte da sociedade em geral, dos órgãos de proteção do meio ambiente e consequentemente pelas partes interessadas, acionistas, stakeholders, que exigem um produto ou serviço de qualidade, produzidos sem agressão ao planeta, atendendo a uma política ambiental, tendo responsabilidade social e sustentabilidade.

A Contabilidade Ambiental é usada como ferramenta necessária para tomada de decisão e capaz de demonstrar através de relatórios transparentes e relevantes, não somente a mensuração, a evolução da situação patrimonial econômica-financeira, mas também registrar a degradação causada, os investimentos e ações em termos de preservação ambiental.

A Gestão Ambiental juntamente com Contabilidade Ambiental têm objetivo de minimizar os impactos ambientais causados pela atividade empresarial e trazer ações para revitalização e proteção do meio ambiente através de sistemas de controle, planejamento e práticas sustentáveis.


Sônia S. Godoy

sexta-feira, janeiro 29, 2010

Reduções de IPI não serão prorrogadas

Segundo, ministro da Fazenda, Guido Mantega, não haverá prorrogação da redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para linha branca. O prazo vencerá neste domingo, 31 de janeiro de 2010.
A redução do IPI para veículos acabará dia 31 de março. Essas medidas foram tomadas com o intuito de incentivar o consumo desses produtos, aquecendo a econômica e assim ajudando a enfrentar a crise.

Sônia Godoy

quinta-feira, outubro 29, 2009

Mais uma boa notícia!

IPI reduzido produtos da linha branca continua.

O governo mantém Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido até dia 31 de janeiro de 2010.

Ministro Guido Mantega diz que varejistas se comprometem a repassar IPI baixo para preços da linha branca.

Os produtos da chamada linha branca são geladeiras, fogões, máquinas de lavar e tanquinhos e serão beneficiados os produtos ecologicamente corretos, ou seja, que consomem menor energia.

A alíquota será 2%, a partir da semana que vem, antes era 4%.

Alíquotas menores

Segundo o ministro Guido Mantega, as geladeiras, que antes do IPI baixo tinham uma alíquota de 15%, e que recuou para 5%, poderá manter essa mesma alíquota reduzida, mas somente para os produtos da chamada "classe A", ou seja, com menor consumo de energia. As geladeiras da "classe B", passarão a ter, a partir da próxima segunda-feira (2), uma alíquota de 10% e o restante voltará a ter um IPI de 15%.

No caso dos tanquinhos, aqueles classificados na letra "A", cuja alíquota de IPI anterior era de 10% e que baixou para zero, continuarão com isenção. Já os tanquinhos classificados na letra "B" terão alíquota de 5% e, o restante (C para baixo), retornarão para os 10% de taxação.

Sobre os fogões, cuja alíquota de IPI anterior era de 4% e que caiu para zero, terão alíquota de 2% a partir de segunda-feira, mas somente para os produtos da "classe A". Os produtos da "classe B" terão alíquota de 3% e, para o restante, a alíquota voltará para os 4% originais.

Já no caso das máquinas de lavar, que tinham uma alíquota de 20% antes da desoneração e que passou para 10% com a desoneração, manterão uma tributação de 10% - para a "classe A". Para os produtos da chamada "classe B", a alíquota será de 15% e, o restante, retornará para a tributação original de 20%.

APROVETEM PARA AS COMPRAS PARA O NATAL!

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1359332-9356,00-GOVERNO+MANTEM+IPI+MENOR+PARA+PRODUTOS+DA+LINHA+BRANCA+COM+BAIXO+CONSUMO.html


sexta-feira, outubro 09, 2009

Má Notícia do Leão

Depois da nossa última boa notícia aqui no blog, uma surpresa desagradável: Atraso da RESTITUIÇÃO de Imposto de Renda (IR), segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, causado pela queda de arrecadação.
Na verdade, algo era esperado, alguma consequencia iria ter devido à crise que assombrou o mundo. A arrecadação foi menor, houve diminuição do IPI (impostos sobre produtos industrializados) e queda também na Receita do Brasil.
O valor da restituição é corrigido mês a mês, pela taxa Selic, até a data do pagamento. Quem contava com o dinheiro agora, vai sair prejudicado e os bancos costumam cobrar entre 2,25% e 4% por cento ao mês em empréstimos que têm a restituição do Imposto de Renda como garantia.
Já estou pensando no natal e as consequencias que estão por vim.
Espero que tudo tenha se normalizado para que pelo menos possamos ter um peru em nossas ceias.