sexta-feira, dezembro 12, 2008

NOVA TABELA DE IMPOSTO DE RENDA (IRFF)

Com intenção de estimular o consumidor a injetar dinheiro no mercado, o governo reduz as alíquotas do Imposto de Renda Pessoa Física (IRFF) e cria mais duas alíquotas na tabela.

Veja como ficou o recolhimento do imposto:
* quem ganha até R$ 1.434,00 será isento.
*Acima desse valor até R$ 2.150 pagará 7,5% de IR;
*acima de R$ 2.150 até R$ 2.866 pagará 15%;
*acima de R$ 2.866 até R$ 3.582 pagará 22,5% de IR;
* e acima de R$ 3.582, pagará 27,5%.
Pelo sistema atual, a tabela do imposto de renda tem apenas três faixas:
* isenção até R$ 1.434 (já considerando a correção de 4,5% prevista para o ano que vem);
*15% acima de R$ 1.434 até R$ 2.866;
*e 27,5% acima deste último valor.
A crise dos EUA fez milagre no Brasil!

quinta-feira, novembro 27, 2008

Preço de venda

De forma mais simples, exponho o cálculo para o preço de venda, conforme solicitações:


O cálculo do preço de venda ideal é feito da seguinte forma:

Custo Direto Variável / Mark-up divisor (Fator de formação do preço de venda).

O mark-up divisor é calculado da seguinte forma: 100% - % despesas variáveis - % despesas fixas - % lucro líquido.

Exemplo:

- Custo Direto Variável: R$ 20,00;
- Despesas Variáveis: 7%;
- Despesas Fixas: 30%;
- Lucro Líquido: 8%;
- Preço de Venda = R$ 20,00 / (100% - 7% - 30% - 8%) = R$ 20,00 / 55% = R$ 36,36.

Demonstrativo do Resultado:

- Preço de Venda: R$ 36,36 (100%);
- Custo Direto Variável: R$ 20,00 (55%);
- Despesas Variáveis: R$ 2,54 (7%);
- Despesas Fixas: R$ 10,91 (30%);
= Lucro Líquido: R$ 2,91 (8%).

Entretanto, deve-se comparar com o preço praticado pelo mercado. Caso o preço de mercado seja menor do que o preço calculado, a empresa deverá desenvolver alguma ação para diminuir os seus custos, ou despesas, ou então, aceitar um lucro líquido menor.


fonte: http://www.sebraesp.com.br/faq/financas/procedimentos_controles/calcular_preco_venda

Agradecimentos

Gostaria de agradecer todas as manifestações que tenho recebido de toda parte do mundo. São pessoas me parabenizando pelo blog, outras me pedindo sugestão, ajuda, etc.
Na medida do possível, tenho respondido aos emails e solicitações. Infelizmente, o blog (Ciências Contábeis) não atingiu a meta traçada por mim. Quero expandir ainda mais as informações que tenho estudado. Quero tratar mais profundamente de certos temas e abrir o leque para que todos tenham essa ferramenta em suas mãos ou pelo menos que eu consiga tratar de temas primórdios e necessários que envolvem a contabilidade no dia-a-dia das pessoas.
Deixo meu email com esse próposito, ajudar a quem precisa!

quarta-feira, novembro 05, 2008

Entenda a crise com o mercado imobiliário nos EUA

Os mercados ao redor do mundo estão preocupados com o setor imobiliário nos Estados Unidos, que atravessou um boom nos últimos anos. O medo principal é sobre a oferta de crédito disponível, já que, há algumas semanas, foi detectada uma alta inadimplência do segmento que engloba pessoas com histórico de inadimplência e que, por conseqüência, podem oferecer menos garantia de pagamento: é o chamado crédito "subprime" (de segunda linha).
Justamente por causa do alto volume de dinheiro disponível ultimamente, o "subprime" foi um setor que ganhou força e cresceu muito. A atual crise, assim, é proporcional à sua expansão.

Como os empréstimos "subprime" embutem maior risco, eles têm juros maiores, o que os torna mais atrativos para gestores de fundos e bancos em busca de retornos melhores. Estes gestores, assim, ao comprar tais títulos das instituições que fizeram o primeiro empréstimo, permitem que um novo montante de dinheiro seja novamente emprestado, antes mesmo do primeiro empréstimo ser pago.

Também interessado em lucrar, um segundo gestor pode comprar o título adquirido pelo primeiro, e assim por diante, gerando uma cadeia de venda de títulos.

Porém, se a ponta (o tomador) não consegue pagar sua dívida inicial, ele dá início a um ciclo de não-recebimento por parte dos compradores dos títulos. O resultado: todo o mercado passa a ter medo de emprestar e comprar os "subprime", o que termina por gerar uma crise de liquidez (retração de crédito).

No mundo da globalização financeira, créditos gerados nos EUA podem ser convertidos em ativos que vão render juros para investidores na Europa e outras partes do mundo, por isso o pessimismo influencia os mercados globais.

O estopim para a tensão mundial foi justamente uma notícia vinda da Europa, de que o banco francês BNP Paribas, um dos principais da região, havia congelado o saque de três de seus fundos de investimentos que tinham recursos aplicados em créditos gerados a partir de operações hipotecárias nos EUA. A instituição alegou dificuldades em contabilizar as reais perdas desses fundos.

O mercado já monitorava há meses os problemas com esses créditos imobiliários. Quando a inadimplência dessas operações superou as expectativas, empresa após empresa nos EUA relataram problemas de caixa.
Os investidores, então, começaram a ficar preocupados com o tamanho do prejuízo. Principalmente porque ninguém sabe, até hoje, quanto os bancos e fundos de investimento têm aplicados nesses créditos de alto risco. E o caso do Paribas sinalizou que esses problemas e medos haviam atravessado as fronteiras.

Esse desconhecimento geral começou a provocar o que se chama de crise de liquidez (retração do crédito) no sistema financeiro. Num mundo de incertezas, o dinheiro pára de circular --quem possui recursos sobrando não empresta, quem precisa de dinheiro para cobrir falta de caixa não encontra quem forneça.

Para socorrer os mercados financeiros e garantir que eles tivessem dinheiro para emprestar, os principais bancos centrais do planeta --o BCE (Banco Central Europeu), o Federal Reserve (Fed, o BC americano) e o Banco do Japão, além de entidades da Austrália, Canadá e Rússia-- intervieram e liberaram bilhões de dólares em recursos aos bancos. O medo é que com menos crédito disponível, caia o consumo e diminua o crescimentos das economias.

Como a crise americana provoca aversão ao risco, os investidores em ações preferem sair das Bolsas, sujeita a oscilações sempre, e aplicar em investimentos mais seguros. Além disso, os estrangeiros que aplicam em mercados emergentes, como o Brasil, vendem seus papéis para cobrir perdas lá fora. Com muita gente querendo vender --ou seja, oferta elevada--, os preços dos papéis caem.




fonte: Folha Online 6/08/2007 - 15h59

sexta-feira, outubro 31, 2008

IMPOSTOS

Quanto, onde, quando e como você paga os impostos?


A maioria da população brasileira não sabe ao fundo o que paga de impostos, não sabe os percentuais, não tem idéia como são organizados e distribuídos esses temíveis tributos.


Conheça um pouco do assunto:

Definição

Imposto é uma quantia paga obrigatoriamente por pessoas ou organização para um governo, a partir de uma base de cálculo e de um fato gerador. É uma forma de tributo. Ele tem como principal finalidade, custear o Estado para que em contrapartida, haja por parte do Estado, obrigação de prestar esse ou aquele serviço, ou realizar determinada obra relativa ao contribuinte. O campo da Economia que lida com a tributação é o de finanças públicas.

Impostos podem ser pagos em moeda (dinheiro) ou em mercadorias (embora o pagamento em mercadorias nem sempre seja permitido ou classificado como imposto em todos os sistemas tributários. No Brasil, para toda forma de tributo, apenas é aceito em forma de moeda). Os meios de taxação, e os usos dos fundos levantados através de taxação, são assunto de discussões calorosas em Políca e Economia, de modo que discussões sobre impostos são freqüentemente tendenciosas.

Em teoria, os recursos arrecadados pelos governos deveriam ser revertidos para o bem comum, para investimentos e custeio de bens públicos (de serviços públicos como saúde, segurança e educação a investimentos em infra-estrutura: estradas, portos, aeroportos, etc. - e sua manutenção). Na prática, porém, impostos não possuem vinculação com o destino das verbas, ao contrário de taxas e contribuições de melhorias. Embora a lei obrigue os governos a destinarem parcelas mínimas da arrecadação a determinados serviços públicos - em especial à educação e à saúde -, o pagamento de impostos não confere ao contribuinte qualquer garantia de contraprestação de serviços.



O Brasil tem uma das cargas tributárias mais elevadas do mundo. Atualmente, ela corresponde a, aproximadamente, 37% do PIB (Produto Interno Bruto).

Lista dos principais impostos cobrados no Brasil são:

Federais
IR (Imposto de Renda) - Imposto sobre a renda de qualquer natureza. No caso de salários, este imposto é descontado direto na fonte.-


IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados.

IOF - Imposto sobre Operações Financeiras (Crédito, Operações de Câmbio e Seguro ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários).

ITR - Imposto Territorial Rural (aplicado em propriedades rurais).

Estaduais
ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.

IPVA - Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (carros, motos, caminhões)


Municipais
IPTU - Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (sobre terrenos, apartamentos, casas, prédios comerciais)

ITBI - Imposto sobre Transmissão Inter Vivos de Bens e Imóveis e de Direitos Reais a eles relativos

ISS - Impostos Sobre Serviços.


Fique de olho no imposto, para mais informações consultem o site que achei interessantíssimo: http://www.deolhonoimposto.org.br/.

Cuide bem do seu bolso!


quinta-feira, outubro 30, 2008

A crise mundial x Brasil

Lula insiste em dizer que a crise dos EUA não afetará o Brasil e incentiva o consumo.
Para muitos economistas, a avassaladora crise irá atingir todos os países.
No dia-a-dia, já vivenciamos esse reflexo: aumento dos preços dos alimentos, dos aluguéis, produtos para construção, a redução de créditos oferecidos pelas grandes lojas, financiadoras, bancos em geral e aumento das taxas de juros.
Não somos especialistas em economia, mas do nosso bolso temos que saber cuidar.
A hora é poupar sem correr muitos riscos, comprar apenas o necessário e esperar essa nuvem negra ir embora.

Onde isso vai parar?
Vote na enquete: Você concorda com Lula?



Selecionei duas reportagens da Rede Globo que mostram o reflexo da crise no Brasil e a motivação do nosso presidente ao consumo.









Fontes:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM903914-7823-LULA+PEDE+AOS+BRASILEIROS+QUE+CONTINUEM+COMPRANDO,00.html, acesso 30 out. 08

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM904198-7823-BANCOS+NAO+REPASSAM+AOS+CONSUMIDORES+OS+BENEFICIOS+QUE+RECEBEM+DO+GOVERNO,00.html , acesso 30 out. 08